Todo mundo já ouviu disser que as pessoas que fumam maconha são esquecidas, pensam devagar e que a erva idolatrada por Bob Marley destrói os neurônios desses viventes, mas parece que todos estávamos enganados e pode ser até que um “baseado” faça bem para o cérebro.
Um estudo que recentemente foi publicado no American Journal of Epidemiology, mostrou que adeptos da “erva” não perdem nenhuma capaci
Um estudo que recentemente foi publicado no American Journal of Epidemiology, mostrou que adeptos da “erva” não perdem nenhuma capaci
dade cerebral por usarem a maconha durante um longo tempo, na verdade muitas dessas pessoas estavam até mesmo com a cabeça mais afiada do que os não fumantes.
“Os resultados parecem sugerir ainda que o uso de drogas, no passado ou atualmente, não está necessariamente associada com o funcionamento cognitivo na meia idade. Entretanto, nossos resultados não excluem eventuais efeitos nocivos em alguns indivíduos que podem estar expostos a drogas durante longos períodos de tempo.” comentou Alex Dregan, o chefe da pesquisa.
Pode ser que ela não faça mal, ou mesmo faça bem para o cérebro, mas pode acabar sendo prejudicial para outras partes do corpo, por isso não saia por aí fumando um baseado achando que vai ficar esperto, mesmo por que no Brasil isso é ilegal.
Mas com essa descoberta quem sabe no futuro a coisas fique mais liberal.
“Os resultados parecem sugerir ainda que o uso de drogas, no passado ou atualmente, não está necessariamente associada com o funcionamento cognitivo na meia idade. Entretanto, nossos resultados não excluem eventuais efeitos nocivos em alguns indivíduos que podem estar expostos a drogas durante longos períodos de tempo.” comentou Alex Dregan, o chefe da pesquisa.
Pode ser que ela não faça mal, ou mesmo faça bem para o cérebro, mas pode acabar sendo prejudicial para outras partes do corpo, por isso não saia por aí fumando um baseado achando que vai ficar esperto, mesmo por que no Brasil isso é ilegal.
Mas com essa descoberta quem sabe no futuro a coisas fique mais liberal.

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